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Em ranking de governança do governo, SPA é primeira colocada entre estatais vinculadas ao Minfra

By | 03 Dez, 2021

A Santos Port Authority (SPA), empresa responsável pela infraestrutura pública do Porto de Santos, recebeu do Ministério da Economia a nota 9,034 no 5º Ciclo da Certificação do Indicador de Governança IG-Sest, a maior que a Companhia já obteve desde o primeiro ciclo. O indicador é elaborado pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest).

Essa pontuação representa o melhor desempenho dentre as estatais portuárias (companhias docas) e, no benchmarking setorial, a maior pontuação dentre todas as empresas estatais vinculadas ao Ministério da Infraestrutura (Minfra), neste 5º ciclo de avaliação.

Representando a Companhia na premiação, o diretor de Negócios e Regulação da SPA, Bruno Stupello ressaltou a melhor nota obtida pela empresa desde o início de aferição do índice, em 2017: “O resultado espelha o compromisso da gestão na construção de uma cultura empresarial pautada nas melhores práticas de governança e integridade. Nosso objetivo é atingir a pontuação máxima do indicador”, disse Stupello.

Neste quinto ciclo, entre 158 estatais da união, 60 empresas estatais foram avaliadas buscando a certificação, sendo que destas, apenas 31 foram certificadas. A SPA foi a primeira colocada no nível 2, subindo da nota 8,53 em 2019 para os 9,034 em 2021. Cabe ressaltar que em 2020, devido à pandemia, o índice não foi verificado.

Para a Superintendente de Governança, Riscos e Compliance, Verena Sturaro, o prêmio ratifica a efetividade do sistema de governança da SPA, que vem sendo reestruturado desde 2019, com grande engajamento e contribuição de todos os integrantes da empresa, desde a alta administração ao corpo técnico.

Segundo o Ministério da Economia, a avaliação levou em conta aspectos de governança, transparência, gerenciamento de riscos e controles. As empresas responderam a um questionário com 50 questões. Entre os itens analisados estão, por exemplo, relatórios anuais de atividades de auditoria interna; ouvidoria ou canal de denúncia; código de conduta e integridade, e até mesmo quesitos como acesso feminino a cargos de liderança e promoção hierárquica que contemple a diversidade e a pluralidade.

O 5º ciclo foi aprimorado pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), passando a incorporar, além de parte dos aspectos já avaliados nos ciclos anteriores, recomendações e diretrizes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).