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Retomada integração porto-ferrovia com transporte de milho para MG

By | 14 Nov, 2016

Depois de seis anos a CODESA volta a operar com a integração de ferrovia no Cais de Capuaba. A retomada da atividade teve início nesta sexta-feira (11) com a chegada do navio King Coffee, que atracou pela manhã com 31.670 toneladas de milho importado da Argentina e, na sequência, a carga está sendo depositada no silo, onde os vagões carregados.

Para acompanhar a atracação do navio e o início do carregamento dos vagões, o presidente da CODESA, Luis Claudio Montenegro, foi a Capuaba, onde esteve acompanhado do supervisor de TMIB, Itamar Motta, do supervisor da VLI, Josirê Paiva, superintendente da Companhia Walter Arruda e do coordenador de Gestão Portuária, Márcio Suzuki.

As atividades de transporte de graneis agrícolas na ferrovia do Porto de Vitória, que não era usada desde 2010, estão sendo retomadas pela estrada de Ferro Vitória-Minas. A operação é um embarque piloto, em teste, e a reutilização das instalações ferroviárias abre as portas do mercado competitivo para o Porto de Vitória, além de marcar o fim da ociosidade do TCC (Terminal de Cargas de Cereais).

Parceria
O início da reutilização do modal ferroviário em Capuaba é realizado por meio de parceria com a empresa Vale Logística Integrada (VLI), especializada em logística de integração de portos, ferrovias e terminais. Permite o uso dos trens para transporte de graneis vegetais, granito e outros.

Toda operação é supervisionada pelo coordenador de Gestão Portuária, Márcio Suzuki. A previsão é que sejam realizadas seis viagens. Cada composição conta com 90 vagões, e cada vagão transporta em média 58 toneladas.

Integração

A retomada da integração porto-ferrovia é uma ação da diretoria de Infraestrutura e Operações, a partir do trabalho entre as coordenações e demais setores operacionais do Porto de Vitória. O silo, por exemplo, foi totalmente preparado pela Coordenação de Obras e Manutenção, desde fevereiro deste ano, quando tiveram início os trabalhos de captação dos clientes pela Superintendência Geral de Projetos.

Abre-se, assim, a oportunidade de translado de outros graneis agrícolas, como trigo, malte, soja, etc. O que antes seguia em caminhões por rodovia, poderá ser transportado agora por ferrovia, alinhado com o viés ambiental/social (menos poluição e acidentes nas estradas).

Fonte: CODESA, 11/11/2016.