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TUPs lideram a movimentação de cargas em 2016

By | 02 Jun, 2017

A movimentação total de cargas nos portos brasileiros em 2016 atingiu 997 milhões de toneladas. Levantamento realizado pela Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) com base nos dados oficiais da ANTAQ identificou que somente os Terminais Portuários Privados (TUPs) movimentaram 654 milhões de toneladas frente aos portos organizados cuja movimentação chegou a 343 milhões de toneladas.

Desse total, 57% da movimentação realizada no ano passado é fruto do trabalho e eficiência das empresas associadas a ATP. Atualmente, a entidade é formada por 24 grandes grupos. Tal fato ganha destaque também no ranking nacional do sistema portuário. Das 10 primeiras instalações portuárias que mais movimentaram mercadorias em 2016, cinco são associadas da ATP.

A liderança é ocupada pelo Terminal Marítimo de Ponta da Madeira/MA seguido do Terminal de Tubarão/ES, ambos da Vale. (ACESSE O RELATÓRIO)

Os gráficos produzidos pela ATP subdividem a movimentação por natureza da carga (carga geral, graneis líquidos e sólidos) e por contêineres. Nesse último caso, o ano de 2016 fechou com 8,80 milhões de TEUs, somando TUPs e Porto Público. Na navegação de longo curso foram movimentados 741 milhões. Por meio da cabotagem circularam 213 milhões de toneladas.

Analisando o cenário nas operações de comércio exterior, constata-se um volume expressivo nas exportações mesmo em tempos de crise econômica. Por meio dos TUPs saíram do Brasil 469,811 milhões de cargas. As importações atingiram uma movimentação de 184,667 milhões.

“Comparado com o ano de 2015 o desempenho das exportações e importações via portos sofreu retração em virtude da queda da safra do milho e cabotagem de combustíveis. No entanto, os dados apresentados dão sinais da força do setor portuário de modo geral. Mesmo diante de um cenário de instabilidade economia, os portos têm cumprido seu papel e vem transportando riquezas, gerando receitas de modo a manter o Brasil no rumo do desenvolvimento”, comentou Murillo Barbosa, diretor-presidente da ATP.

Fonte: ATP, 1º/6/2017.