Balança comercial tem superávit de US$ 15,36 bilhões no ano, até segunda semana de abril
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 15,36 bilhões no acumulado do ano, até a segunda semana de abril, com crescimento de 1,3% em relação ao período de janeiro a abril de 2021. A corrente de comércio (soma de exportações e importações) subiu 20,5%, atingindo US$ 147,1 bilhões, com as exportações chegando a US$ 81,23 bilhões (+18,4%) e as importações, a US$ 65,87 bilhões (+23,2%). Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (11/4) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Até a segunda semana de abril, em relação a abril do ano passado, houve superávit de US$ 3,56 bilhões na balança comercial, com crescimento de 19%, e a corrente de comércio aumentou 13,4%, alcançando US$ 14,34 bilhões. As exportações no mês subiram 14,4% e somaram US$ 8,95 bilhões, enquanto as importações cresceram 11,6% e totalizaram US$ 5,39 bilhões.

Exportações mensais

Do lado das exportações, até a segunda semana do mês, a Secex apontou redução na agropecuária (-4,4%), que somou US$ 2,21 bilhões, mas subiram as vendas da indústria extrativa (+2,6%), com US$ 2,05 bilhões, e da indústria de transformação (+34,2%), que alcançou US$ 4,65 bilhões.

Na agropecuária, apesar do recuo no valor total, houve expansão nas exportações de trigo e centeio, não moídos (+314.623,5%), milho não moído, exceto milho doce (+232,3%) e café não torrado (+36,3%). Já na indústria extrativa, destacaram-se as vendas de outros minerais em bruto (+40,3%), minérios de níquel e seus concentrados (+389,6%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+59,6%).

Na indústria de transformação, por sua vez, as principais altas foram de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+65,3%), óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+99,6%), e gorduras e óleos vegetais, soft, bruto, refinado ou fracionado (+113,5%).

Importações mensais

Nas importações, até a segunda semana de abril, os dados indicam crescimento de 25,6% nas compras da agropecuária, que somou US$ 144,31 milhões. A indústria extrativa, que chegou a US$ 177,80 milhões, teve redução de 37,4%, enquanto na indústria de transformação as importações subiram 16%, atingindo US$ 5,05 bilhões.

O movimento de crescimento nas importações da agropecuária foi puxado por trigo e centeio, não moídos (+28,6%), milho não moído, exceto milho doce (+287,2%) e soja (+238,3%). Apesar da redução no total, as compras da indústria extrativa aumentaram para outros minerais em bruto (+12,5%), outros minérios e concentrados dos metais de base (+26,6%) e carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (+40,9%).

A indústria de transformação teve como destaque os aumentos das importações de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+42%), adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (+148,6%), e inseticidas, rodenticidas, fungicidas, herbicidas, reguladores de crescimento para plantas, desinfetantes e semelhantes (+124,2%).

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