Concebida para ligar a região produtora de grãos do Centro-Oeste ao Porto de Miritituba (PA), a Ferrogrão deve trazer uma economia de R$ 19 bilhões no valor gasto com frete, afirmou nesta quarta-feira (26) o secretário nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcello Costa.
“É possível que a gente consiga reduzir mais de R$ 19 bilhões em custo do frete em relação à rodovia, isso é garantir a competitividade necessária para o Brasil”, afirmou o secretário, que participou de webinário promovido pela Federação Nacional de Operações Portuárias (Fenop).
A expectativa é que a ferrovia reduza em 50% a emissão dos gases do efeito estufa e retire 1 milhão de toneladas de CO2 da atmosfera, além de usar a faixa de domínio da BR-163 como traçado, sem sobrepor terras indígenas, quilombolas ou unidades de conservação. “O objetivo ainda é diminuir o desmatamento e promover uma logística exportadora competitiva”, disse.
TRANSNORDESTINA – Além disso, o secretário apresentou a atual situação da Transnordestina, que liga os importantes portos de Pecém e Suape. “A projeto está em análise pela Valec, sócia minoritária do empreendimento, para a caducidade da concessão e a continuação dos investimentos. Essa análise, que está sendo feita junto a uma consultoria especializada, está prevista para terminar em junho de 2021”, informou.
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