O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, defendeu nesta quinta-feira (1) a metodologia descrita na Portaria 03/2021 do MInfra, que permite gerenciar a política tarifária durante o período de extensão contratual de concessões. A declaração ocorreu em audiencia pública no Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar o caso da Via Dutra, onde o concessionário atual seguirá administrando a rodovia até que uma nova empresa assuma, após o leilão previsto para acontecer até o início de outubro.
Durante a audiência, Freitas destacou que o excedente tarifário, caso ocorra, não ficará nas mãos do concessionário, e sim, em uma conta de movimentação restritra e administrada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “O concessionário vai receber apenas a tarifa de manutenção e operação da rodovia. O restante ficará reservado de forma cautelar”, explicou.
CRÉDITO - Ainda assim, Tarcísio acredita que esse reequilíbrio de contrato da Via Dutra acabará gerando crédito para a União. Com o dinheiro excedente sendo repassado para a conta da nova concessionária que assumir a rodovia após o leilão, haverá a possibilidade de uma redução tarifária maior do que a prevista no novo projeto, desconto de até 35% menor do que a praticada atualmente.
O vice-presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Bruno Dantas, deu um prazo de 21 dias para novas contribuições ao processo, antes de encaminhar o caso para deliberação final por parte do plenário do órgão.
Share
Read Also Other News
| 08 abr, 2026
Porto de Santos prioriza navio de combustível para enfrentar efeitos da guerra
Read more
| 08 abr, 2026
Portos do Paraná investe R$ 8,6 milhões em vias de acesso ao Porto de Paranaguá
Read more
| 08 abr, 2026
Transporte entre portos brasileiros movimentou 1,85 milhão de toneladas na região Norte em janeiro
Read more
How can we help?
Tell us how we can help with one of our services and solutions.